xeque-mate.
Actuas e desfilas perante mim, usando ignorante essa farsa á qual chamas atitude. Passeias-te na frente dos meus olhos com sorrisos cínicos, e uma atitude que não te conheço. Parecemos peças de xadrez e tu corres o tabuleiro á espera de me fazeres cair. Recuo e encontro-te mas nada em ti me assusta, a tua majestidade á muito que caiu por terra. Este teu jogo está viciado, nada do que fazes é verdadeiro e és apenas mais uma peça de xadrez. Há muito que fiz xeque-mate neste teu jogo doentio, derrubei o teu rei e virei o tabuleiro. Nada mais vales neste jogo e apenas a tua arrogância me incomoda. Jogas pequeno pensando ser grande, o teu jogo vem de baixo e não merece que eu jogue. Ganhei o teu jogo rejeitando-o, parti as tuas torres e assustei os teus cavalos, vi-te ao longe e derrubei-te, fizeste-te frágil aos meus olhos. Nada tens para jogar senão este teu jogo doentio. Nada mais és do que um peão e eu olho para ti de cima da torre, tornaste-te pequeno em atitudes, nada de ti reconheço. Perdes-te-te neste jogo e já nada és. Nada.
Comentários
Enviar um comentário