É a minha impulsividade que me mata.
Ás vezes de tanto a segurar ela acaba por explodir.
Sai á noite e anda pelas ruas, move-se com os corpos que passam.
Deambula já de manhã, com o nevoeiro a subir de longe.
Cheiram a vinho as ruas.
Ás vezes de tanto a segurar ela acaba por explodir.
Sai á noite e anda pelas ruas, move-se com os corpos que passam.
Deambula já de manhã, com o nevoeiro a subir de longe.
Cheiram a vinho as ruas.
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